Seu contato na agenda de quem você acabou de conhecer.
Uma etiqueta na carteira, no crachá ou atrás do celular. A pessoa encosta o telefone e seus dados já estão lá — sem app, sem digitar, sem perder o cartãozinho de papel.
Helena Prado
Psicanalista
Onde a etiqueta vive
Você cola uma vez, em algo que já carrega todo dia. Quem encosta o celular abre seu cartão na hora.
No crachá do evento
Encostou o crachá no celular de quem você acabou de conhecer e pronto. Nada de ditar Instagram no barulho nem anotar telefone errado no guardanapo.
No crachá de trabalho
Quem te recebe na visita, na obra ou no balcão sai com seu contato salvo — com foto, cargo e WhatsApp — sem você soletrar nada.
Atrás do celular
Uma etiqueta colada na capa. Você já tira o telefone do bolso o tempo todo; agora ele passa seu contato junto.
Na carteira
Um cartão que não acaba, não amassa e não fica velho quando você muda de número, de empresa ou de foto.
Para quem é
Para você
Conheceu alguém num jantar, numa viagem, na fila. Um toque e a pessoa tem seu contato certo.
Autônomos
Psicanalista, arquiteto, dentista, personal, eletricista. Quem atende e precisa ser encontrado depois.
Times de campo
Técnicos, instaladores, vistoriadores. Cada um com o próprio cartão, sem imprimir nada.
Força de vendas
Representantes e corretores que visitam muito e não querem depender do papel que o cliente perdeu.
Leva cinco minutos e não precisa de nada além da sua conta Google.